Neuromarketing: a ciência do consumo

Entender o comportamento do seu consumidor pode ser mais importante do que você imagina.

Criado por Ale Smidts em parceria com Gerald Zaltman, o neuromarketing tem o objetivo de entender como o subconsciente age no momento da compra.

Este interesse dos profissionais de marketing pela psicologia, pelos processos de tomada de decisão e até pelas mensagens subliminares sempre foi grande. Agora, com os avanços da neurociência e a utilização de novos recursos tecnológicos, a capacidade de entender de como a comunicação interage com o consumidor de forma mais eficiente, se torna cada vez mais clara.

Dr. Bazzi, neurocientista paulista e estudioso do comportamento humano explica que nem sempre – ou quase nunca – o ato da compra é baseado na racionalidade. “Os estudos nesta área estão cada vez mais sofisticados”, revela. Há evidências científicas através de pesquisas que analisam as mudanças na atividade cerebral por meio de tecnologias médicas, como a ressonância magnética funcional, compreendendo qual parte do cérebro é usada durante a tomada de decisões. As respostas que o consumidor dá a produtos específicos, embalagens, publicidade ou outros elementos de marketing, em alguns casos, são diferentes das respostas cerebrais medidas por essas técnicas em detrimento as respostas conscientes, ou seja, esses dados podem ser mais reveladores do que a avaliação em pesquisas”, conclui.

É fato que vinculado aos estudos relacionados a psicologia de consumo desvenda-se, então, o impacto de uma mensagem no processo mental e a utilização de estratégias de marketing que acionem justamente as emoções e interesses do consumidor.

Portanto, algumas práticas podem ser aplicadas para chamar a atenção e posicionar sua marca.

A propagação de campanhas, por exemplo, torna-se ainda mais eficiente quando alinhada ao neuromarketing. Através de ações estratégicas e com frequências orquestradas, a empresa consegue se aproximar dos seus clientes mais rapidamente e influenciar o processo de compra. Esse processo, inclusive, pode ser facilitado através do uso de gatilhos mentais nas campanhas de propaganda e publicidade.

Mas, afinal, o que são os gatilhos mentais?

Gatilhos mentais são as decisões que o nosso cérebro toma “no piloto automático” para evitar o nosso esgotamento diante de tantas escolhas.

É como se ele filtrasse quais decisões realmente precisam de uma atenção especial e, com as demais, ele simplesmente realizasse aquilo que já foi “educado” a fazer.

Observe, por exemplo, quando você está muito cansado mentalmente.

Algumas ações passam a acontecer de maneira automática e você sequer estava dando atenção a elas, ou mesmo percebeu do que se tratava.

Ou ainda quando decide caminhar. É como se o primeiro passo fosse dado de maneira consciente e os demais apenas estivessem acontecendo sem que você precise sequer pensar a respeito.

Ou seja: os gatilhos mentais são os facilitadores do nosso cérebro na hora da tomada de decisões ou atitudes.

Portanto, esqueça a comunicação generalista. Fidelize o seu público através do neuromarketing e melhore os resultados da sua empresa.

A propaganda de hoje funciona?

Vivemos em um excesso de informação, principalmente com o advento da internet. Nosso cérebro não comporta tanta propaganda e acaba “jogando” essa informação em algum lugar, provavelmente no inconsciente.

Neste mundo de excessos que vivemos percebe-se que a propaganda, na maioria dos casos, do jeito que é realizada não responde aos desejos dos consumidores. Portanto, não é eficaz.

Mas, como seria então a propaganda ideal? Será mesmo necessário gastar muito dinheiro para seduzir o seu consumidor?

Prepare-se para ter todas estas respostas. Em breve, traremos neurocientista e estudioso do comportamento humano, Dr. Bazzi para uma palestra reveladora.

 

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